Após audiência pública, para ouvir a opinião dos moradores, dizer o que seria feito, mesmo muitos não concordarem, o asfalto na Av. Rio Arinos e marginal José Geraldo Riva, está deixando empresários e moradores muito preocupados.
A qualidade do material, a compactação do solo, a tubulação de escoamento das águas da chuva, o transtorno de uma obra relativamente pequena e tão demorada, está deixando toda a população duvidosa com o resultado final.
Em reposta a Prefeitura de Itanhangá alega que nada pode fazer, pois a obra ainda não foi finalizada pela empreiteira.
Juridicamente falando, acreditamos que medidas judiciais já deveriam estar em trâmite com o auxílio do Ministério Público, visando resguardar apontamentos futuros com o dinheiro público.
E por falar em obra, será que a população tem conhecimento do prazo de 48 meses, isto mesmo, 04 anos para que estas obras de asfaltamento fiquem prontas?
Em especial na Avenida Arinos, será que seu projeto foi executado de forma correta? Uma avenida que deveria ser de mão dupla, ficou simples e larga para os padrões. E quanto a acessibilidade, será que um portador de deficiência visual teria condições de transitar pelas calçadas?
Já que referida avenida não foi projetada de forma dupla, conforme a população queria, não seria viável encarar, independente de empreiteira, medidas que reduzam a velocidade “desta pista de corrida”, a exemplo dos clamados quebra-molas? Vidas já se perderam na Avenida Arinos, quantas mais entrarão para conta?
Mas deixando de lado as obras em si, em relação a empreiteira ficam algumas perguntas: certos que os custos de manutenção com funcionários, maquinários, impostos são extremamente elevados, será que esta empreiteira tem estrutura financeira para suportar estas pequenas obras, nesta velocidade, em um prazo tão longo?
Notificações, reuniões, visitas nas obras por parte de vereadores, são algumas atitudes tomadas por parte daqueles que devem fiscalizar e acompanhar o andamento dos serviços.
O Site ITA Notícias está fazendo esta matéria, atendendo os moradores e comerciantes, que não estão nada satisfeitos, com a qualidade do asfalto que está sendo feito.