Juarez Pereira Linhares, morto com disparos de arma de fogo, por volta do meio dia (13), no aterro sanitário de Sinop, foi preso em 2009 acusado de estuprar uma adolescente, matar a família inteira e ocultar os cadáveres, no município de Itanhangá. As vítimas, Reny Adolfo Gioardani, a esposa, Sônia da Silva, de 69 e 37 anos, e as duas filhas do casal, 17 e 11 anos, foram brutalmente assassinados.

Juarez Pereira e outros dois acusados foram presos pelo crime.

O bando foi até a mercearia da família para roubar dinheiro de vendas de terras. O comerciante foi espancado da frente da esposa e filhas. Em seguida, eles foram colocados em uma camionete e levados até as margens de um rio, onde, estupraram a adolescente e executaram as vítimas.

Juarez cumpriu pena no Presídio Osvaldo Florentino Leite e atuava como operador de máquinas no aterro sanitário.

Outras pessoas estavam no local em uma guarita antes de adentrar o local e presenciaram a execução.

De acordo com informações, a vítima notou a aproximação dos atiradores que chegaram em uma moto, mas foi atingido quando corria. Capsulas de pistolas foram deixadas próximo ao corpo.

Uma câmera que fica na guarita deve ter capturado as imagens dos assassinos. Elas serão repassadas para a Polícia Civil que começa as investigações.

Amigos conhecem ele no local como “Polaco”.

O caso segue sendo investigado.